F.A.V.A..

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Fomentar a Animação, Valorizando as Aprendizagens~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~



domingo, janeiro 11, 2009


Passeio Pedestre: Um engano benéfico
No dia 10 de Janeiro de 2009, a Escola de Rossio ao Sul do Tejo organizou e dinamizou mais um dos seus passeios pedestres, desta vez, sob um tema muito actual, "A Obesidade". Para a orientar tecnicamente convidaram a Senhora Enfermeira Maria dos Anjos, do Centro de Saúde de Rossio ao Sul do Tejo.
Eram 9.20 horas, ainda o “degelo” se fazia com dificuldade, quando os primeiros participantes (aventureiros) começaram a juntar-se no Largo 5 de Outubro, em frente à escola. Todos vestiam a rigor: casacos quentinhos, cachecóis, luvas… e alguns até apresentavam equipamentos mais sofisticados, como sapatos de salto alto (por causa da lama) e malas de senhora (para transportar os primeiros socorros)!
O pequeno grupo também integrava alguns alunos da escola, mais destemidos e menos amigos das suas acolhedoras camas em dias de Inverno, cobertas com cobertores quentinhos.
De acordo com a organização, o percurso fora rigorosamente estudado através do “google earth”, atendendo às distâncias e de acordo com possibilidades e capacidades físicas dos participantes.
Depois de uma breve palestra sobre a importância da actividade física para a conservação da saúde, lá partiram e logo perceberam que não eram os únicos a enfrentar o frio. No campo de futebol, já as equipas das Escolas do União Desportiva Rossiense corriam atrás da bola, sem casacos e em calções! Brrr!
Passaram então pelo Fojo e pela Quinta das Amendoeiras e nunca mais pararam até encontrarem o picoto perto do Casal do António.



No regresso comentava-se a desactualização das fotografias aéreas do “Google Earth”, principal responsável pelo engano, mas ainda mais a importância de tamanho percurso pois, se as caminhadas são benéficas para a saúde, como referiu a Senhora Enfermeira, quanto mais andarmos mais ”rijos” seremos! (E menos trabalho lhe damos! )
Fora um engano benéfico!
Chegados ao final do percurso e ao local da partida, depois de alguns alongamentos propostos pela simpática convidada, o grupo combinou logo o próximo passeio pedestre e até o seu tema: “O tabaco e a saúde”.
Com os agradecimentos finais a todos os participantes e em particular à Senhora Enfermeira Maria dos Anjos terminou mais uma das magnificas actividades, que fazem as crianças desta escola cantarem a tal canção!

Até à próxima, que deve ser lá para o mês de Março, com mais Sol!

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Janeiras no Rossio:

“Em busca do Bolo-Rei”

Os alunos do Núcleo Escolar de Rossio ao Sul do Tejo mantiveram a bonita tradição de cantar as Janeiras, pelas ruas da freguesia.
Logo pela manhã, as crianças da escola rumaram até ao Jardim-de-Infância, ao encontro dos seus colegas ainda mais novos.
Nunca a sua terra reunira tantos "Reis Magos" de palmo e meio. Cada aluno transportava na cabeça uma coroa decorada a seu gosto, que contribuia para dar outro colorido ao cortejo.

Alguns também levavam instrumentos de precursão e lá iam "descontrolando" o ritmo e o compasso, enquanto cantavam a bonita canção do Natal dos Simples.
Embora o percurso fosse extenso, nenhum deles mostrou quaisquer sinais de fadiga.
Nesta iniciativa foram muitos os Rossienses que souberam acolher devidamente as crianças, dedicando-lhes a atenção devida e contribuindo para enriquecimento da iniciativa.

Todos juntos começaram, então, um percurso que os levaria… ao lugar de onde tinham saído: à escola e ao jardim-de-infância de Rossio ao Sul do Tejo.
Do Bairro São José Operário de onde partiram seguiram até à Avenida Egas Moniz, passando pela Travessa de São José e pela Rua das Oliveiras.
A força, os sorrisos e o entusiasmo duplicavam, cada vez que as crianças cantavam perto de suas residências, ou junto aos seus familiares e amigos.
Mal alguém puxava da carteira era vê-los correr na sua direcção, com o saco aberto na mão, para ver quem chegava primeiro.
Algumas vezes as risadas cortavam o ritmo das Janeiras. Isso acontecia quando alguns eram traídos pelos gestos de pessoas engripadas, que levavam a mão ao bolso, em busca de um lenço salvador. Era o delírio na assistência, como se de uma partida se tratasse.
-Querem parar? – ouvia-se, de vez em quando, alguém perguntar, sem que obtivesse qualquer resposta afirmativa.
E o cortejo continuava… Passaram então, com todas as precauções, a Estrada Nacional 118, para satisfação dos residentes nas Ruas Almirante Reis e General Godinho.
A história foi-se repetindo até à última canção. As ruas mais estreitas, da parte mais antiga do Rossio obrigavam, muitas vezes, à interrupção do trânsito. Pacientemente os automobilistas aguardavam e lá iam sorrindo para os pequenos “reiseiros”. Alguns desciam o vidro e até esbanjavam alguns trocos.
No final da tarde, quando as aulas terminaram todos tiveram direito a comer Bolo-Rei, fruto da recolha colectiva do cortejo de Reis.

Cumprida mais uma actividade constante no Projecto MUDAR – Motivar para Unir, Desenvolver e Animar o Rossio, a Comunidade Educativa já prepara uma nova iniciativa. Desta vez, no âmbito da Educação para a Saúde “Caminhos com Sentido” cujo tema é “Obesidade” realizar-se-á um Passeio Pedestre, com a participação especial da Enfermeira Maria dos Anjos.

sábado, dezembro 20, 2008

Escola do Rossio
Uma Festa de Natal até à rua!



Em Rossio ao Sul do Tejo, não havia memória de tamanha enchente, no salão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, como aquela a que se assistiu, no passado dia 18 de Dezembro, aquando da realização da Festa de Natal do Núcleo Escolar do Rossio.

Enquanto as crianças ultimavam alguns dos pormenores da festa, os seus familiares e amigos iam chegando e formando uma enorme fila no largo da igreja. Ninguém queria perder pitada de nada!
Tamanha multidão fez soar o alarme de alguém que espreitara pela janela:
-É muita gente! Não vão caber!
À hora prevista, as portas abriram-se e a multidão preencheu todos os espacitos do salão, mas alguns não passaram das escadas que lhe dão acesso. Estimava-se a presença de mais de quatrocentas pessoas, o que transformou o salão numa pequena sala. Parecia ter encolhido!
Finalmente o pano abriu e até este tinha história: Dez tiras de uma peça de ganga alinhavadas e cosidas, durante dois longos dias, pela Dona São Macieira, antiga auxiliar de acção educativa da escola, já aposentada, mas nunca descansada. Nem os dois “Rottweiler anões” e com pelos nos olhos, que guardam a sua casa conseguem impedir as solicitações continuas da escola… Os apresentadores, dois dos finalistas, deram as boas vindas e apresentaram as propostas que traziam.
-“Há mais alegria no dar do que no receber”, por isso estamos aqui a fazer esta festa para todos vós! – referiu um dos apresentadores, repetindo o discurso de Jesus, há mais de dois mil anos, talvez para recordar a razão principal daquela festa: O Nascimento de Jesus.
Os primeiros “artistas” a entrar no palco, sabiamente construído, pelo Chefe Victor Almeida, que também não tem descanso, foram os alunos da Jardim-de-Infância, das educadoras Florbela e Alice interpretando Canções de Natal.


Os alunos do 1º ano, da sempre bem disposta Professora Margarida Santos entraram logo de seguida, com uma dança bem movimentada e alegre; a Turma do 2º ano, da Professora Isabel Leituga entrou de seguida com uma dramatização “ A Estrela Cintilante “ e os alunos do 3º ano da turma da professora Teresa Mainha, com a canção do “Pai Natal Cansado”.


O público presente não regateava o seu aplauso, maravilhado com a descontracção das crianças em palco. Metade da festa estava cumprida. A troca de olhares e os sorrisos dos professores denotavam que tudo corria bem.

Chegou a vez da Turma D dos 2º, 3º e 4º anos do professor Américo Pereira, que trouxe à festa a peça “A Dúvida” escrita pelo professor com a colaboração dos seus alunos. Habituados às surpresas das apresentações da Turma D, o público concentrou a sua atenção na boca de cena onde, imóveis, as crianças esperavam a abertura completa do pano.
O som do clarinete do Hugo quebrava o silêncio do salão, com uma melodia suave e tranquilizadora. Durante a peça, entre gargalhadas e sorrisos, aconteceu de tudo: manifestações de protesto, imitações dos professores, canções de Natal em português e em inglês, jograis e, para terminar, o “Haka da Turma D” inspirado nas danças guerreiras das tribos do povo "Maori" das ilhas neozelandesas.
Finalmente os alunos, dos 3º e 4º anos da professora Fernanda Antunes, os “Finalistas da B”, apresentaram a peça de teatro “O Rapaz de Bronze” de Sophia de Mello Breyner Andresen . Caracterizados de acordo com a história, todos os alunos demonstraram ter memorizado o seu papel e mostraram-se descontraídos no palco, incluindo o Hugo da turma D que, nesta peça, substituiu o Luís, em recuperação de uma doença.

Para fechar a festa e chamar o Pai Natal os professores subiram ao palco e improvisaram uma orquestra, onde até os agrafadores e perfuradores serviram de instrumentos musicais, para tocarem e cantarem a última canção “Já meti o meu chinelo”.
Para completar a alegria das crianças, os últimos a subirem ao palco foram os Pais Natais, que distribuíram as prendas oferecidas pela Junta de Freguesia e os lanches oferecidos pela Associação de Pais.

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Hoje foi um dia açucarado!

Logo de manhã, a mãe da Joana Fangana "encheu-nos" de azevias. O fotógrafo "preso numa das muitas dentadas" nem tempo teve para fotografá-las todas. Só sobraram duas para o "passarinho".
Antes que o mesmo acontecesse com as "cruzetas", o mesmo fotógrafo registou o momento, em que a mãe da Margarida entregava um tabuleiro cheio delas.
Logo a seguir fotografou as mães da Ana e do Tojó, quando estas faziam a entrega de um magnífico e enorme bolo, que foi repartido por todos os membros da escola.
Quando o dia terminou já só se falava das dietas de Janeiro!
Se isto continua assim... não sei não!

Mas em forma de agradecimento e porque é impossível fazê-lo individualmente, oferecemos à Dona Ana, um lugar no presépio da escola, .
Boa soneca!

sexta-feira, dezembro 12, 2008

O Nosso Presépio aí está!



Finalmente estão reunidas as diferentes figuras que compõem o presépio e que foram pintadas pelos alunos das cinco turmas e colocadas numa cabana que foi construída na parte da frente da Escola de Rossio ao Sul do Tejo.

Para o admirar só terá que passar pelo Largo Cinco de Outubro, vulgarmente conhecido por Largo Paralvo.

Depois deixe aqui a sua opinião!

sábado, dezembro 06, 2008

Festa de Natal



2008

Com o aproximar das Férias do Natal, as cinco turmas do 1º ciclo do Ensino Básico e as duas salas do Jardim de Infância do Núcleo Escolar de Rossio ao Sul do Tejo, já ultimam os preparativos para a habitual (grande)


Festa de Natal


que se realizará na sede do


Clube Desportivo "Os Patos"


no próximo


dia 18 de Dezembro de 2008


pelas


18.30h.




Os nossos amigos não faltarão...


pois estão todos convidados!



Entre várias surpresas poderão assistir a:



Canções de Natal


Poemas


Danças

e


Teatros:


"A Dúvida" de Ocirema


"O Rapaz de Bronze" de Sophia de Mello Breyner


Feliz e Santo Natal

I Prémio de Natal de Fórmula V
Chegou ao fim a primeira corrida de Fórmula V da Escola de Rossio ao Sul do Tejo, com a nagnífica vitória da equipa da Turma D.
Esta foi a primeira prova oficial do Autódromo do Corredor, depois de na prova inaugural a Turma E ter vencido e depois de ajustadas as regras.
Esta prova que conta para o campeonato do Mundo e Arredores decorreu de forma animada, mantendo-se a dúvida, até ao final, sobre o possível vencedor.
O "bólide" Turma D, vestindo as cores nacionais verde amarelo e vermelho, manteve-se entre os últimos durante grande parte da corrida, mas no último terço da prova chegou-se à frente e, com uma táctica perfeita venceu a prova com todo o mérito.
A Classificação final foi a seguinte:
1º Classificado - Turma D (2º. 3º e 4º anos) -................ 5 pontos
2º Classificado - Turma B (3º e 4º anos) - ..........................4 pontos
3º Classificado - Turma C (1º ano) - .......................................3 pontos
4º Classificado - Turma A (3º ano) - ......................................2 pontos
5º Classificado - Turma E (2º ano) - .......................................1 pontos
A próxima prova
"Triplex 2008"
já está a ser preparada com todo o cuidado e os bólides das cinco turmas já se encontram nas boxes para as normais afinações finais, para a corrida mais rápida do ano.
Quem será o vencedor?

quinta-feira, novembro 20, 2008

Visita de Estudo a Lisboa





No dia 20 de Novembro de 2008, aproveitando a maré baixa e as comportas abertas do Aquapólis, os alunos da Escola de Rossio ao Sul do Tejo zarparam da margem esquerda do rio, na bonita e florida Cidade de Abrantes rumando a Lisboa, numa rota marcada rumo aos "Descobrimentos".
Embora as duas "caravelas" utilizadas, com as suas velas triangulares fossem mais rápidas do que as naus anteriormente utilizadas, com as suas velas rectangulares a acostagem no “porto” de Belém aconteceu com algum atraso.
Uma das caravelas levou os tripulantes à Torre de Belém e a outra, ao Mosteiro dos Jerónimos.
Mesmo assim as duas “tripulações” mantiveram-se animadas durante toda a “viagem”.
No Mosteiro dos Jerónimos verificaram um estilo de arquitectura tipicamente português, o estilo Manuelino, reconhecendo os três símbolos mais utilizados na decoração, quer da Torre de Belém, quer no Mosteiro: a Cruz da Ordem Militar de Cristo, a Esfera Armilar e o Escudo Régio, que fazem lembrar os descobrimentos.





Ainda no mosteiro observaram os túmulos de Luís de Camões, grande poeta português, da época dos descobrimentos e que escreveu ”Os lusíadas” e de Vasco da Gama, que descobriu o caminho marítimo para a Índia.
No claustro do Mosteiro dos Jerónimos, como manda a tradição, colocaram a mão direita na pata do leão e pediram um desejo.






Até ao momento não há confirmação da concessão de qualquer dos desejos solicitados… Na Torre de Belém acharam estranho os “canhões” dispararem com um vidro à frente e foi com alguma dificuldade, que as guias da visita conseguiram situar as crianças na época dos descobrimentos. A história de Nuno Tristão, contada pela guia da visita entusiasmou-os e despertou-lhes o desejo de saber mais, sobre os descobrimentos e os hábitos pouco higiénicos das pessoas daquela época.














As caravelas cruzaram-se à hora do almoço no “mar” do Jardim de Belém, a poucos metros do Centro Cultural de Belém, do Palácio de Belém, do Padrão dos Descobrimentos e da Fábrica dos Pasteis de Belém.
Foram várias as tentativas para acostar à Fábrica dos Pasteis, inventados pelos monges da Ordem de São Jerónimo, embora sem sucesso. Nem um pastelinho de feijão da Fábrica em Frente.
A viagem de regresso foi calma e com conversas animadas sobre tudo o que tinham visto e aprendido.