Mas eis que, a trote no seu cavalo invisível chegou o milenar “Martinho”, que com a sua espada mágica rasgou o enorme manto de nuvens negras, que pairava sobre o Centro Escolar fazendo aparecer de novo, os bonitos sorrisos de todas as criançasaqui existentes, desde o pré-escolar ao primeiro ciclo. Rapidamente e sem perder tempo transformaram-se todas as zonas cobertos em espaços de convívio e de jogos e criaram-se quase uma dezena de propostas de atividades, para a miudagem. Professores e assistentes operacionais encarregaram-se da dinamização destes espaços e, deste modo, o tempo foi passando rapidamente, ultrapassando em muito o horário de trabalho de alguns dos envolvidos. Desde histórias, danças, canções, pinturas, e até corridas de carros de ladeira, que na falta destas foram puxados e empurrados pelos próprios alunos, tudo serviu para “animar a malta”.
As castanhas assadas na sempre disponível “Pastelaria Tágide” chegaram já no final dos jogos e foi a única oportunidade de descansar um pouco da canseira daquela tarde numa “escola” que nunca pára de inventar e promover animação. A campainha da escola lá ia repetindo os toques programados para dias normais, como que querendo manter o horário habitual. A pobre coitadinha bem se esforçou mas ninguém lhe ligou.
A caruma, essa ficou no pátio, encharcada, a pingar a água da chuva, como que mantendo a esperança que uma possível bonança ainda possibilite a única coisa que faltou na festa de São Martinho: saltar a fogueira!
Eu já estou a tomar balanço!









De repente, a escola encheu!




















